tratamentos
Desfibrilador Implantável (CDIs)
São equipamentos colocados em situações de alto risco de vida cujo objetivo é reorganizar a atividade elétrica para que o coração volte a bater de forma eficiente. A decisão de intervir depende de uma avaliação individualizada dos riscos e benefícios.
O que é a cardioversão farmacológica e a elétrica
A cardioversão farmacológica é utilizada em algumas arritmias com a utilização medicamentos antiarrítmicos para restaurar o ritmo normal, ou como alternativa em pacientes mais estáveis, quando o quadro permite uma abordagem clínica. Já a cardioversão elétrica é realizada em ambiente monitorado, com a aplicação controlada de um choque no tórax para interromper a arritmia e permitir que o coração reassuma seu ritmo natural.
Como se coloca o cardioversor
O implante do Cardioversor Desfibrilador Implantável (CDI) é feito em ambiente hospitalar, com técnica especializada. O dispositivo é posicionado sob a pele e conectado ao coração por eletrodos. Diferente do marcapasso comum, o CDI tem a função de identificar e tratar arritmias potencialmente graves, prevenindo eventos de alto risco.
Indicações de CDIs
O CDI pode ser indicado para pacientes com risco aumentado de arritmias ventriculares graves e morte súbita cardíaca. Essa indicação pode acontecer tanto em pessoas que já tiveram episódios de arritmia importante quanto em pacientes com doenças cardíacas que aumentam significativamente esse risco.
A recomendação do CDI exige avaliação cuidadosa. O arritmologista analisa o histórico do paciente, os exames, a função do coração e o risco real de eventos graves antes de indicar o implante.
Fale com o Dr. Cidio Halperin
Procure uma avaliação especializada com o Dr. Cídio Halperin. Uma análise individualizada ajuda a definir se o tratamento mais adequado é medicamentoso ou com implante de dispositivo, sempre com foco em segurança, precisão diagnóstica e proteção cardiovascular.